Opus Seguros

LOADING
AutomóveisResidencialFiança LocatíciaNáuticoResponsabilidade CivilVidaSaúde PrevidênciaAuto FrotasTransportesEmpresarialCondôminioSaúde Empresarial/PMEVida EmpresarialRiscos de EngenhariaCascosParceiros - Astros via Satelite
Home Artigos
Artigos
Tome cuidado na hora de adquirir um veículo usado PDF 

 

Procurar um veículo usado é uma boa alternativa de custo X benefício para quem quer comprar um carro.

Porém, ir atrás só do preço baixo não garante um bom negócio. É preciso considerar também o estado do veículo, a documentação, os reparos a serem feitos e outros detalhes que podem fazer a diferença.

Foi pensando na segurança da sua negociação que preparamos algumas dicas para você não sair no prejuízo. Confira:

  

1) Pesquise informações sobre o modelo em jornais, revistas e internet.

2) Compare as características do veículo que você quer comprar com outro do mesmo fabricante, modelo e ano.

3) Para saber se o valor do veículo está dentro do valor de mercado, consulte as tabelas divulgadas pela imprensa especializada.

4) Verifique se existem pontos de ferrugem ou umidade embaixo dos tapetes.

5) O veículo deve possuir todos os equipamentos de segurança obrigatórios: extintor de incêndio, macaco, chave de rodas, triângulo, cinto de segurança e estepe.

6) Teste o amortecedor balançando o carro para baixo, segurando no pára-choque. Se, ao largar, o veículo balançar duas ou mais vezes, é sinal que o amortecedor está com problemas.

7) Dê toques com as pontas dos dedos na lataria para verificar se o barulho é diferente em algum ponto. Isso mostra se já foram feitos reparos na pintura,como a colocação de massa plástica.

8) Os reparos necessários nunca devem ultrapassar 5% do valor do veículo, pois em uma futura venda esse gasto não será compensado.

9) Antes da compra, consulte o histórico do veículo para identificar multas, seguro obrigatório, IPVA, furto ou roubo e restrições judiciais. Também é importante verificar informações de acidentes, leilão e histórico de quilometragem.

10) Para efetuar a venda, o novo proprietário deverá preencher e assinar o CRV (Certificado de Registro do Veículo). Depois disso você deverá assinar no campo destinado ao vendedor, reconhecer firma por autenticidade, tirar duas cópias autenticadas, fazer a vistoria de transferência e só então devolver o documento original ao novo dono.

 

Fique atento!

 

- Veículos de cor branca ou amarela e que tenham o Y como a segunda letra da placa (exemplo: BYA, DYP) são veículos que podem ter sido usados como táxi e geralmente estão mais desgastados e rodados.

- Os carros básicos, geralmente de cor prata, e com a placa de outro Estado (Minas Gerais e Paraná são os mais comuns) podem ter saído de locadoras ou frotas. Nesse caso, verifique o histórico de quilometragem para evitar problemas.

- A Resolução Nº 282/08 em vigor obriga a vistoria na hora de transferir o carro de um proprietário para outro. Essa vistoria verifica a compatibilidade da numeração do chassi e do motor com a BIN e a base estadual.

- Os documentos essenciais de um veículo são: Comprovante do pagamento de IPVA e do Seguro Obrigatório (DPVAT); Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV) e Certificado de Registro (CRV - recibo de venda,) que serve para transferir a propriedade do veículo.

 
Tire dúvidas sobre seguro de carros PDF 

 

Antes de assinar o contrato, tome muito cuidado com as chamadas cláusulas de exclusão, que tratam daquilo que o plano não cobre.

 

É um serviço que você contrata, mas espera não usar nunca. O que se compra é tranquilidade. Por isso, custa caro. O preço varia de acordo com o perfil do dono e a maneira como ele usa o carro.

 

Por exemplo: quem tem garagem ganha um bom desconto. Isso vale também para as mulheres que normalmente são mais cuidadosas no trânsito. Em compensação, jovens com menos de 25 anos pagam mais. É que eles costumam sair à noite e têm menos experiência.

 

Faz parte do negócio: contrato menos arriscado, é mais barato.

 

Além de furto ou roubo do veículo, um bom seguro deve cobrir problemas como incêndio, batidas e indenizações a terceiros. O consumidor tem garantido o direito de escolher livremente a oficina.

 

Para carros zero quilômetro, os contratos devem dar cobertura com base no preço da nota fiscal por, no mínimo, 90 dias. Sem isso, o consumidor que perdeu um carro novinho correria o risco de receber o valor de um usado.

 

Tome cuidado com as chamadas cláusulas de exclusão, que tratam daquilo que o plano não cobre. Muitas seguradoras não indenizam danos causados por enchentes. Outras não pagam prejuízos provocados por menores de 21 anos, mesmo que eles tenham carteira de habilitação. O funcionário público Thiago Rocha Ritter só descobriu que o seguro tinha limite de quilometragem tarde demais.

 

“O carro ficou uma semana na oficina pra fazer a perícia. Assim que me retornaram, disseram que não iam arcar com o prejuízo”, comenta Thiago. Ele fechou negocio por telefone, sem ler o contrato. Mesmo assim entrou na justiça e conseguiu um acordo. “Aprendi que realmente a gente tem que pesquisar. Tomar todo o conhecimento antes de adquirir um bem ou um serviço”, conclui.

 

Mas às vezes ler o contrato não adianta. Antes de viajar para Bahia, o funcionário público Marcelo Nunes Gonçalves gastou 1.500 reais para fazer o seguro. No caminho sofreu um acidente e só teve aborrecimento na hora de consertar.

 

“Simplesmente não autorizaram o conserto de 37 itens.” A seguradora argumentou que esses problemas já existiam antes da batida. Marcelo também precisou da justiça para garantir seus direitos. “Vinte dias antes eu tinha feito o seguro e eles tinham colocado lá que o veiculo estava sem avarias, o veiculo estava perfeito”, explica Marcelo.

 

Juliana Pereira, diretora do Departamento de Proteção e de Defesa ao Consumidor do Ministério da Justiça, lembra que tão importante quanto pesquisar preços é levantar a ficha das empresas.

 

“É até importante que o consumidor faça uma boa pesquisa. Verifique se tem reclamações contra aquela empresa. Verifique se a empresa seguradora está regularmente inscrita num órgão regulador, se ela é uma empresa de confiança. Isso é muito importante. E aí sim faça o seu contrato”, ensina Juliana Pereira

 



Atendimento on-line

banner-lateral

Newsletter

Assine nossa Newsletter!